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4 brinquedos perigosos que você já usou no passado e podiam ter te machucado

| Em 23/09/2025 às 16:18

Se você cresceu antes dos anos 90, é bem provável que tenha brincado com objetos que hoje seriam impensáveis em uma loja de brinquedos. Naquela época, a preocupação com segurança era bem menor e, muitas vezes, o que importava era apenas se divertir. O problema é que muitas dessas diversões vinham acompanhadas de riscos sérios, capazes de transformar um momento de alegria em um acidente nada agradável.

Com o passar dos anos, os padrões de segurança mudaram bastante. Regulamentações mais rígidas, testes de qualidade e novas tecnologias garantiram que as crianças tivessem acesso a brinquedos muito mais seguros. Mas não podemos negar: olhar para trás e lembrar dos brinquedos perigosos do passado também é uma viagem curiosa, cheia de histórias e até de certo espanto.

Assim como no Brasil e na Grécia, países com longas tradições em artesanato e cultura popular, muitos brinquedos surgiam de forma simples, feitos com o que estava à mão. Só que, sem supervisão ou critérios de segurança, alguns deles se tornaram verdadeiras armadilhas. Vamos relembrar alguns dos mais perigosos.

Estilingues de metal

O estilingue já foi um dos brinquedos favoritos de várias gerações. Bastava um galho em formato de “Y”, uma liga elástica e pronto: estava feita a diversão. Mas houve uma época em que versões de metal começaram a circular. O resultado? Mais força, mais impacto… e muito mais risco.

As crianças podiam lançar pedras com tamanha velocidade que os acidentes eram inevitáveis. Bastava um descuido para acertar o próprio rosto ou, pior ainda, o de outra pessoa. Hoje, estilingues feitos de metal praticamente desapareceram, dando lugar a versões mais seguras, muitas vezes de plástico e com limites de potência.

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Brinquedos pintados com chumbo

Outro grande perigo do passado estava escondido em algo aparentemente inofensivo: a tinta. Muitos brinquedos antigos eram pintados com tintas que continham chumbo. Esse metal pesado, quando ingerido, podia causar intoxicação grave, afetando o cérebro e até o desenvolvimento da criança.

Na época, pouco se falava sobre isso. Pais e filhos não tinham como imaginar que a tinta colorida de um carrinho ou de uma boneca poderia ser tão prejudicial. Felizmente, hoje a legislação é bem clara: o uso de chumbo em brinquedos é proibido, e cada produto precisa passar por testes rigorosos antes de chegar às mãos das crianças.

Flechas afiadas

Brincar de arqueiro sempre foi algo fascinante para muitas crianças. No entanto, os brinquedos que imitavam arcos e flechas nem sempre eram feitos com a segurança necessária. Em décadas passadas, era comum encontrar flechas com pontas duras e até afiadas.

Não é difícil imaginar os riscos: olhos atingidos, cortes, perfurações e sustos que poderiam ter consequências sérias. Hoje, os fabricantes desenvolveram versões bem mais seguras, com pontas arredondadas e feitas de plástico macio, o que permite manter a brincadeira sem o perigo de lesões graves.

O famoso “Bate-Bate”

Quem viveu nos anos 70 e 80 certamente se lembra do “Bate-Bate”. Dois bastões presos por uma corda que deviam ser batidos um contra o outro em movimentos rápidos. O brinquedo parecia inofensivo, mas escondia vários riscos.

As versões mais antigas eram feitas de metal ou de materiais muito rígidos. Se a criança perdesse o controle, os impactos podiam atingir o rosto ou os braços com bastante força. Havia casos de cortes, contusões e até fraturas. Não demorou para que surgissem críticas e, aos poucos, o brinquedo foi sendo adaptado.

Hoje, ainda existem versões do “Bate-Bate”, mas com materiais bem mais seguros, como espuma ou plástico leve. A diversão continua a mesma, só que com menos chances de terminar em lágrimas.

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Uma infância cheia de histórias (e alguns perigos)

Esses brinquedos podem parecer chocantes aos olhos de hoje, mas eles também fazem parte da memória de quem cresceu em outras épocas. Era uma infância diferente, menos conectada a telas e mais ligada ao contato físico, às brincadeiras de rua e à imaginação. Claro, o preço disso era um risco maior de acidentes.

No Brasil e na Grécia, por exemplo, onde muitas brincadeiras tradicionais eram passadas de geração em geração, a criatividade estava sempre presente. Mas, junto dela, também vinham improvisos que nem sempre garantiam a segurança dos pequenos.

A boa notícia é que aprendemos com o tempo. Hoje, as crianças podem brincar com mais tranquilidade, e os pais podem confiar que os brinquedos seguem padrões de qualidade que não existiam antes. Ainda assim, a supervisão continua essencial, afinal, nenhuma tecnologia substitui a atenção e o cuidado de um adulto.

Do risco à lembrança

Olhar para trás e lembrar dos brinquedos perigosos do passado é, ao mesmo tempo, assustador e nostálgico. Assustador porque pensamos nos riscos que corremos. Nostálgico porque, apesar de tudo, muitas dessas brincadeiras marcaram momentos inesquecíveis.

A evolução da segurança mostra que brincar deve ser, acima de tudo, sinônimo de alegria. E, mesmo que os brinquedos tenham mudado bastante, a essência da infância continua a mesma: imaginar, descobrir e se divertir.

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