Descubra 11 Hábitos E Crenças Da Grécia Antiga Que Existem Até Hoje!

Já fizemos um artigo só sobre as superstições gregas mais interessantes, mas  aqui separamos apenas as crenças que têm a sua origem na Grécia Antiga!

O mais interessante é que nós também temos algumas delas no Brasil e nem sabíamos da sua origem!

Vamos lá então!

1. Espirros sagrados

Crenças gregas que temos em comum com a Grécia Antiga!. Espirros

Na Grécia antiga, espirrar não era apenas um sinal de resfriado, como hoje em dia.

Na verdade, os gregos antigos acreditavam que o espirro tinha uma origem divina e sagrada.

Tanto que ao espirrar, os gregos diziam: “Zeus salva!”(“Zeus te guarde”) ou “Zithi!”(“à vida!”, algo correspondente a “saúde”).

E este hábito persiste até hoje em dia na Grécia, quando alguém espirra, eles desejam “saúde”.

Será coincidência que após um espirro nós também desejamos “saúde”?

2. Os espirros também eram contraceptivos

E isso não era conversa das gregas antigas!

Na Grécia Antiga, Soranos, um médico grego da época, dizia que os espirros tinham efeito contraceptivo para as mulheres.

Por isso, recomendava a mulher, após o ato sexual, caso não desejasse engravidar, a se encolher em posição fetal, a espirrar e a se lavar em seguida.

3. Zumbido no ouvido

Crenças gregas que temos em comum com a Grécia Antiga!

O zumbido no ouvido era considerado mau presságio pelos gregos antigos.

Quando isso acontecia, eles colocavam o dedo na orelha, mexendo rapidamente e dizendo “nos ouvidos dos meus inimigos!”.

Porém, se o zumbido fosse na orelha direita, significava algo bom.

Agora, se fosse na orelha esquerda, significava tristezas, acidentes e outras dificuldades ou coisas ruins.

4. Insetos

Crenças gregas que temos em comum com a Grécia Antiga!

Os gregos acreditavam que alguns animais vinham trazer boas notícias.

Por exemplo, diferentemente do corvo, que citamos no outro artigo, o bicho-da-seda era considerado um sinal de boa sorte.

Os gregos antigos chamavam esse inseto de “anjo” e até hoje quando um deles entra pela janela, acreditam que estão trazendo boas notícias a respeito de entes queridos.

5. Planta murcha, sinal de mau-olhado

Crenças gregas que temos em comum com a Grécia Antiga!

Os gregos antigos acreditavam também que esses sinais se estendiam a todos os fenômenos naturais.

Por exemplo, quando uma planta murchava, era sinal de que alguém tinha jogado um mau-olhado!

Nem precisamos dizer que essa crença ainda existe não só na Grécia, como também no Brasil.

6. Erupções vulcânicas e outros fenômenos naturais

Crenças gregas que temos em comum com a Grécia Antiga!Erupções vulcânicas, sinal de insatisfação dos deuses gregos.

Fenômenos naturais, como o deslizamento de rochas, terremotos e erupções vulcânicas eram considerados mensageiros do mau na Grécia Antiga!

Na verdade, até hoje essa crença existe em algumas vilas da Grécia.

Acreditava-se que os abalos sísmicos eram uma forma de Poseidon manifestar a sua ira.

Tanto que em Esparta existiam festivais sísmicos em que eram feitos sacrifícios para acalmar a fúria do deus do elemento líquido.

Inclusive, ainda hoje na Grécia, é comum que se faça procissões em homenagem a Poseidon, por exemplo, após um longo período sem chuvas.

7. Mensagens dos deuses em ambientes sagrados

Crenças gregas que temos em comum com a Grécia Antiga!

Na Grécia Antiga, o que ocorria nos lugares sagrados era justificado como presságio dos deuses ou como fenômenos sobrenaturais.

Por exemplo, se uma estátua que estivesse em um templo grego caísse, ou se a porta de um templo se abrisse de repente sem razão aparente, era indício de que algo ruim estava por vir.

Como herança, hoje em dia, quando uma imagem cai de uma parede, ou quando há sangue ou suor nelas, é sinal que os deuses se encontram insatisfeitos com alguma injustiça ou pode ser apenas um anúncio de que grandes acontecimentos estão por vir.

8. Espasmos oculares

Sabe essas tremidas nos olhos que às vezes temos do nada?

Então, esses espasmos oculares eram sinal de que os deuses tinham se lembrado de você, o que normalmente era algo bom.

Até hoje os gregos têm essa crença e dizem “ os deuses se lembraram de você! Esperamos que seja por uma boa causa!”

9. Bater na madeira

Sabe quando a gente bate na madeira para “afastar” algo que foi dito?

Então, na verdade, os gregos antigos também tinham a tradição de bater na madeira.

Na Grécia Antiga, quando eles faziam algum pedido, batiam na madeira do tronco das árvores porque acreditavam que alguns deuses moravam dentro desses troncos.

Então, dessa forma, chamavam a atenção dos deuses para que pudessem ser ouvidos.

Hoje em dia, os gregos batem na madeira quando querem evitar que algo aconteça, assim como nós aqui no Brasil!

Interessante que hoje, mais de 3 mil anos depois, mesmo com algumas adaptações, quem diria que ainda manteríamos esse hábito?

10. A pintas na face de grandes heróis gregos

Crenças gregas que temos em comum com a Grécia Antiga!

Quando alguém tinha uma pinta na testa, era sinal de sorte, principalmente quando estava localizada entre as sobrancelhas.

Tanto que quando um bebê nascia com uma pinta nessa região, já diziam que seria um grande homem.

Mas por outro lado, ter pintas nas costas indicava que a pessoa teria uma vida de muitos sofrimentos!

Talvez essa crença tenha vindo do fato de que grandes nomes da Grécia Antiga tinham o sinal na testa: Alexandre, o Grande, o seu pai, Temístocles e Péricles do Século de Ouro.

11. O suor mágico dos atletas gregos

Crenças gregas que temos em comum com a Grécia Antiga!. Suor mágico dos atletas gregos que curava tudo.

 

Tudo bem que hoje em dia não se faz mais isso, porém achamos tão inusitado que resolvemos adicionar nesse artigo!

Não é nenhuma novidade que os gregos antigos tinham uma paixão pelos esportes e que apoiavam muito os seus atletas!

Os atletas da Grécia eram tão admirados, que os gregos acreditavam que seu suor tinha propriedades mágicas.

Então, o que faziam?

Primeiramente, passavam óleo no corpo dos atletas antes dos treinos e das competições.

Então, quando terminavam, os escravos retiravam a mistura resultante (óleo + suor), que chamaram de “γλοιός”(“gloiós” ou “gosma”).

Por fim, colocavam essa mistura em pequenos potes e os vendiam para tratar dores em geral!

 

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