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8 coisas que parecem elogio, mas passam longe disso

8 coisas que parecem elogio, mas passam longe disso
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Quantas vezes você já ouviu comentários do tipo, “nossa, como você emagreceu”? Ou não aparentar a idade que tem? Pois é, a princípio, a gente até acha que está sendo elogiado. Mas, na verdade, essas são coisas que parecem elogio, mas passam bem longe disso. 

Mas, por que isso acontece? Primeiro, porque, por vezes, as pessoas pensam estar nos agradando, mas acabam caindo na armadilha social. Em outras palavras, em vez de nos elogiar, nos magoam. 

Por outro lado, há mesmo quem faça críticas negativas disfarçadas de boas intenções.

Aquela famosa premissa do lobo em pele de cordeiro. Daí, cabe a nós sabermos identificar e como lidar com essas falas que parecem elogio, mas não são mesmo! 

8 coisas que parecem elogio, mas passam longe!

Nossa, como você emagreceu?

Até quando as pessoas vão achar que a ditadura a magreza faz bem? Pelo contrário, por vezes, uma pessoa perde peso justamente porque está doente física ou mentalmente. Por isso, deixe esse tipo de comentário de lado. 

Gente, mas nem parece a idade que tem!

Mais uma das coisas que parecem elogio, mas é puro etarismo! Por esse tipo de padrão, pessoas recorrem a procedimentos estéticos que nem sempre dão certo. Nenhuma fala que qualifique idade pode ser considerada um elogio. 

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Ué, mas você está grávida mesmo? 

Em primeiro lugar, o que é, realmente, a aparência de grávida? Estar enorme e inchada? E, onde isso é considerado um elogio?

No lugar desse tipo de comentário, pergunte sobre o tempo de gestação, como está a saúde do bebê e, sobretudo, da futura mamãe. 

Queria ter tanto tempo livre quanto você!

Que bela forma de chamar a pessoa de preguiçosa ou ociosa, hein?

Pior ainda quando você direciona esse tipo de fala a uma mãe ou pai que fica em casa com as crianças.

Ou, mudando de foco, um bolsista que recebe para estudar e, por isso, não precisa trabalhar. Isso significa que as responsabilidades destas pessoas são menores que as suas?

Esse cabelo te deixa mais novo…

… ou mais magra! Olha, quando uma pessoa vai ao salão para cortar ou pintar o cabelo, é justamente para aumentar sua estima. Ok, você pode achar que esta é uma das coisas que parecem elogio, mas, na verdade, chama a pessoa de “velha” ou “gorda” de forma negativa.

Mesmo porque nem idade, nem peso são um problema, certo?

Da mesma forma, não compare o atual corte com o antigo. Parece que, antes, a pessoa estava “feia e desvalorizada”. 

Nossa, você é bonita e inteligente! Por que não arranja um namorado?

E quem disse que, para se sentir completa, a mulher precisa, necessariamente, ter um namorado ou namorada? Sobretudo, só arranja alguém quem se encaixa em um padrão de beleza e cultura? Mais uma das coisas que parecem elogio, mas precisam ser descartadas.

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Nossa, que negro/negra linda!

Siiiim, negros lindos, negras lindas, assim como qualquer outra etnia. Por que associar origem étnica ao exótico?

Ou, sobretudo, padronizar apenas pessoas brancas como bonitas? Um grande exemplo de racismo, em vez de elogios, hein? 

Até que você dirige bem, hein, menina?

Embora possa parecer um elogio, afirmar que uma mulher dirige bem é, na verdade, um comentário velado que carrega conotações negativas em relação ao gênero feminino.

É que passa a ideia de que mulheres não são boas motoristas, reforçando o preconceito de gênero. 

Sem dúvidas, há outras coisas que parecem elogio, mas quando chegam na pessoa, acabam magoando.

Por exemplo, comparar a vida real àquela publicada no Instagram. Pode parecer inocente, mas não ter filtro em alguns comentários traz consequências desastrosas que a gente nem imagina.  

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Luciana Gomides

Jornalista e assessora de comunicação e imprensa com experiência em Comunicação Pública, Gestão de Eventos, Marketing Digital, análise e estratégia, gerenciamento de crises, produção e redação de conteúdo. Já trabalhou em diversos projetos e segmentos na área, inclusive como gerente de Comunicação na Educação Municipal, período em que desenvolveu produtos audiovisuais para permitir o acesso a conteúdos pedagógicos durante a pandemia. Ainda, criou áreas de Ouvidoria e Eventos Virtuais.É pesquisadora de Comunicação Compartilhada/Comunitária, Marketing Público e Políticas Públicas para Comunicação. Atuou na área de turismo e hotelaria. Especialista em Marketing e Assessoria de Comunicação.