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6 mitos populares bizarros em que se acreditava nos anos 60

6 mitos populares bizarros em que se acreditava nos anos 60
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Hoje, não é muito difícil que uma crença popular fique famosa ou ganhe espaço na mídia. Porém, logo ela é desbancada com provas reais, principalmente pela ciência.

Antigamente, isso era mais difícil e, por muitos anos, algumas crenças populares eram consideradas verdades. Neste artigo você encontra algumas dessas crenças populares absurdas que faziam muito sucesso nos anos 60.

Algumas crenças absurdas nos anos 60 que ficaram famosas

Jogar na loteria era sinal de imoralidade

Até hoje, os jogos de azar são considerados ilegais no Brasil. Porém, jogar na Loteria não se enquadra como jogo de azar, de acordo com a lei.

O problema é que nos anos 60, as pessoas acreditavam que quem tentava ter mais dinheiro sem ser através de seu trabalho era uma pessoa sem moral.

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Xingamentos eram normalizados

Infelizmente, grupos minoritários, como mulheres, LGBTs e negros, recebiam xingamentos constantes. Além disso, em muitos locais, esse comportamento era encorajado, e as crianças eram ensinadas a perpetuar os xingamentos.

A lobotomia era uma ótima estratégia

Até hoje, tratar problemas mentais ainda não é muito bem-visto na sociedade. Embora no passado o tratamento mais indicado fosse a lobotomia, que causava danos sérios ao cérebro e, em alguns casos, poderia levar à morte.

Mulheres não deveriam trabalhar fora

O machismo antigamente era bem mais forte e esperava-se que todas as mulheres ficassem em casa cuidando das crianças e mantendo a rotina da casa em ordem.

No futuro, andaríamos por túneis no tempo

Embora existam os buracos de minhoca, que se conhecem por possibilitarem uma viagem no espaço-tempo, ainda não é possível viajar no tempo ou no espaço através de túneis de forma segura.

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As mulheres grávidas não podiam engordar

Na década de 60, acreditava-se que mulheres grávidas saudáveis conseguiriam manter seus pesos e não ganhariam peso durante a gestação. No entanto, hoje essa crença foi desbancada e o ganho de peso, dentro da normalidade, é considerado saudável tanto para a mãe quanto para o bebê.

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