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Você usa tábuas de plástico? Melhor pensar 2 vezes antes de usar de novo

Você usa tábuas de plástico? Melhor pensar 2 vezes antes de usar de novo
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As ferramentas que escolhemos para cozinhar devem ser, além de práticas, seguras para a nossa saúde e para o ambiente. Esse equilíbrio nem sempre é fácil de ser encontrado, principalmente quando falamos de tábua de cortes. Afinal, o que é mais seguro: plástico ou madeira? Venha saber a resposta com base na ciência!

Os microplásticos e o nosso dia a dia

O plástico, amplamente utilizado devido à sua aparente facilidade de limpeza e durabilidade, tornou-se uma armadilha de poluição ambiental. O material se decompõe em microplásticos, minúsculos pedaços que infelizmente terminam nos oceanos, nos animais e, indiretamente, em nossos próprios corpos.

A ingestão regular de plástico já foi comprovada por estudos ilustrando a ameaça à nossa saúde e ecossistemas. O que muitos não sabem é que a própria tábua de corte de plástico, ao ser utilizada, pode liberar microplásticos que são diretamente ingeridos, uma vez que ficam depositados nos alimentos que preparamos.

Corte seguro ou perigo invisível?

Um estudo revelou que, dependendo do estilo de corte e material das tábuas, um número significativo de microplásticos pode ser liberado e acabar na comida que consumimos diariamente.

Isso é alarmante, especialmente quando consideramos o quanto ainda não sabemos sobre os impactos dessas partículas em nosso organismo a longo prazo!

Experimentos comparando tábuas de corte de polietileno e polipropileno mostraram que os microplásticos liberados durante o corte variam, mas estão presentes em ambos os materiais, sendo, sem dúvida, uma preocupação válida para a nossa saúde alimentar.

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Madeira, uma alternativa natural

As tábuas de madeira liberam micropartículas, oriundas de um material natural com menor potencial tóxico. Além disso, elas emergem como uma alternativa mais segura, sobretudo quando consideramos os riscos ainda não totalmente compreendidos dos microplásticos.

É intrigante pensar que a ciência explora as complexidades dos impactos dos plásticos em nosso corpo. Assim, retornar a materiais mais tradicionais e naturais pode ser um passo adiante na preservação de nossa saúde e do meio ambiente.

Reavaliando nossas escolhas na cozinha

Confrontados com essas descobertas, somos levados a repensar as nossas escolhas, especialmente na cozinha – um lugar sagrado que deve zelar pela nossa saúde, e não potencialmente comprometê-la.

Assim, o princípio da precaução sugere que, diante da incerteza sobre os efeitos dos microplásticos, talvez seja prudente reavaliar o uso de plásticos em nossas cozinhas e em nossas vidas de maneira mais ampla.

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